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Lição 7

 

“Se não ouvem a Moisés e aos profetas”

Versículo a memorizar:

“Abraão, porém, lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos.” Lc 16:31.

 

Estudo adicional: Parábolas de Jesus, pág. 260-271.

 

Lição das Escrituras: Lc 16:19-31.

 

SÁBADO do SENHOR - Introdução

“Nesta parábola Cristo Se acercava do povo no próprio terreno deles. A doutrina de um estado consciente de existência entre a morte e a ressurreição era mantida por muitos dos que ouviam as palavras de Cristo. O Salvador lhes conhecia as ideias e compôs Sua parábola de modo a inculcar verdades importantes em lugar dessas opiniões preconcebidas.” Parábolas de Jesus, pág. 263. (Para conhecer mais sobre estas opiniões preconcebidas ler “Josephus: Discourse to the Greeks Concerning Hades”)

 

1º DIA da SEMANA - “Havia um homem rico”

1 – Como descreve Cristo a primeira pessoa nesta parábola? Lc 16:19.

NOTA:  “Quando Cristo deu a parábola do rico e Lázaro, havia muitos na nação judaica na condição lastimosa do rico, usando os bens do Senhor para a própria satisfação egoísta, preparando-se para ouvir a sentença: "Pesado foste na balança e foste achado em falta." Dan. 5:27. O rico foi favorecido com todas as bênçãos temporais e espirituais, mas recusou cooperar com Deus no uso destas bênçãos. Isto se dava com a nação judaica. O Senhor fizera dos judeus depositários da verdade sagrada. Nomeou-os mordomos de Sua graça. Deu-lhes todas as vantagens temporais e espirituais, encarregou-os de partilhar estas bênçãos. Uma instrução especial fora-lhes dada a respeito do tratamento de irmãos empobrecidos, dos estrangeiros dentro de suas portas e dos pobres entre estes. Não deveriam procurar ganhar tudo para o proveito próprio, antes deveriam lembrar-se dos necessitados e repartir com eles. E Deus prometeu abençoá-los de acordo com as suas obras de amor e misericórdia. Como o rico, porém, não estendiam a mão auxiliadora para aliviar as necessidades temporais e espirituais da humanidade sofredora. Cheios de orgulho, consideravam-se o povo escolhido e favorecido de Deus; contudo não serviam nem adoravam a Deus. Depositavam confiança na circunstância de serem filhos de Abraão. "Somos descendência de Abraão", diziam, com altivez. João 8:33. Ao chegar a crise foi revelado que se tinham divorciado de Deus, e confiado em Abraão como se fosse Deus.” Parábolas de Jesus, pág. 267-268.

 

2 – Como fala Cristo dos perigos dos ricos? Lc 18:22-24; Mt 13:22.

NOTA:  “Não é pecado ser rico, se a riqueza não for alcançada por injustiça. Um rico não é condenado por possuir riquezas; mas a condenação sobre ele paira se os meios a ele confiados forem despendidos de forma egoísta. Muito melhor faria, se depositasse seu dinheiro ao lado do trono de Deus, usando-o para fazer o bem. A morte não empobrecerá ninguém que assim se devote a procurar riquezas eternas. Mas, o homem que acumula dinheiro para si, nada poderá levar aos Céus; demonstrou-se um mordomo infiel. Durante a vida teve boas coisas; mas esqueceu-se do dever para com Deus; deixou de assegurar-se o tesouro celeste. O rico que teve tantos privilégios nos é apresentado como alguém que deveria haver cultivado seus dons de modo que suas obras atingissem o grande além, levando consigo as aperfeiçoadas vantagens espirituais. É propósito da redenção não somente extirpar o pecado, mas restituir ao homem os dons espirituais perdidos pelo poder atrofiante do pecado. Dinheiro não pode ser introduzido na vida futura; ele não é necessário lá; mas as boas obras feitas para conquistar almas para Cristo, são levadas às mansões celestes. Mas os que desperdiçam de forma egoísta as dádivas do Senhor, que deixam seus semelhantes sem auxílio, e nada fazem para a promoção da obra de Deus neste mundo, desonram seu Criador. Roubo a Deus está escrito junto a seus nomes nos livros do Céu. O rico tinha tudo quanto podia ser adquirido por dinheiro; mas não as riquezas que teriam conservado sua conta justa com Deus. Vivera como se tudo quanto possuía lhe pertencesse. Desdenhou o apelo de Deus e o clamor do pobre sofredor.” Parábolas de Jesus, pág. 266-267.

 

SEGUNDA-FEIRA - “Um mendigo”

3 – Como foi descrita a segunda pessoa da parábola? Lc 16:20.

NOTA:  “Lázaro representa o pobre sofredor que crê em Cristo. Quando a trombeta soar e todos os que estão nas sepulturas ouvirem a voz de Cristo e ressurgirem, receberão a recompensa; pois sua fé em Deus não era mera teoria, mas realidade.” Parábolas de Jesus, pág. 262.

4 Que ajuda recebeu o pobre mendigo do homem rico em cuja porta ele repousava? Lc 16:21.

NOTA:  “Não havia então hospitais onde os enfermos pudessem ser cuidados. Os sofredores e necessitados eram trazidos ao conhecimento daqueles a quem Deus confiara riquezas, para que deles recebessem auxílio e simpatia. Assim se dava com o mendigo e o rico. Lázaro estava em grande necessidade, pois não tinha amigos, casa, dinheiro, nem alimento. Contudo era deixado ficar nesse estado dia após dia, enquanto toda necessidade do nobre rico era suprida. Ele, a quem seria tão fácil aliviar os sofrimentos de seu próximo, vivia para si mesmo, como o fazem muitos hoje em dia. Hoje, em nossa vizinhança, muitos há famintos, nus e sem teto. Se negligenciarmos repartir nossos meios com esses necessitados e sofredores, pomos sobre nós um fardo de culpa, que um dia temeremos enfrentar. Toda avareza é condenada como idolatria. Toda condescendência egoísta é aos olhos de Deus uma ofensa.” Parábolas de Jesus, pág. 261.

 

TERÇA-FEIRA - “Riquezas na glória em Cristo Jesus”

5 – Que bens foram confiados por Deus ao povo Judeu? Rm 3:1-2.

NOTA:  “Como tesouro áureo, a verdade foi confiada aos hebreus. A dispensação judaica, trazendo o sinete do Céu, fora instituída por Cristo mesmo. As grandes verdades da salvação eram ocultadas por tipos e símbolos. Contudo quando Cristo veio, os judeus não reconheceram Aquele a quem apontavam todos esses símbolos. Tinham em mãos a Palavra de Deus; mas as tradições transmitidas de geração a geração, e as interpretações humanas das Escrituras lhes ocultavam a verdade tal como é em Jesus. Perdeu-se a significação espiritual das Sagradas Escrituras. O tesouro de todo o conhecimento foi-lhes revelado, mas não o sabiam.” Parábolas de Jesus, pág. 105.

 

6 – Como falharam os Judeus ao utilizarem os bens por Deus confiados a eles? At 13:44-47.

NOTA:  “Os Judeus viam-se a si mesmos como superiores a qualquer outro povo, por serem descendentes de Abraão. Ninguém mais, pensavam eles, tinha direito às promessas ou ao amor de Deus. Eles tinham sido especialmente abençoados pelo Senhor, mas era para que, por sua vez, pudessem abençoar outros. No entanto, perderam tal facto de vista. No seu orgulho e suficiência própria, construíram um muro entre eles e as nações vizinhas. Todavia, com todas as suas vantagens, os sacerdotes e governantes judeus eram ignorantes relativamente às Escrituras. Falharam em compreender o seu verdadeiro significado. Permaneceram em posições importantes e de responsabilidade, como líderes da nação. No entanto, não compreenderam os primeiros princípios de uma religião pura e incorrupta. Deviam ter-se mostrado desejosos de ministrar aos que se encontravam à sua volta e, todavia, passaram ao largo, negligenciando as suas necessidades.” Signs of the Times, 9 Setembro 1897.

 

QUARTA-FEIRA - “Não te glories contra os ramos”

7 – Que aviso é dado por Paulo aos Cristãos acerca de se repetirem as falhas dos Judeus? Rm 11:18-21.

NOTA:  “Os pretensos seguidores de Cristo estão em prova diante de todo o universo celeste; mas a sua frieza de zelo e falta de empenho no serviço de Deus, qualifica-os de infiéis. Se o que fazem fosse o melhor que poderiam haver feito, sobre eles não pairaria condenação. Mas se seu coração estivesse dedicado à obra, poderiam fazer muito mais. Sabem, e o mundo também, que em alto grau perderam o espírito de abnegação e de carregar a cruz. Junto ao nome de muitos será escrito, nos livros do Céu: Não produtores, porém consumidores. Por muitos que levam o nome de Cristo, é obscurecida Sua glória, Sua beleza toldada, retida Sua honra. Muitos há, cujos nomes estão nos livros da igreja, mas não sob o governo de Cristo. Não Lhe ouvem as instruções, nem fazem Sua obra. Por isto estão sob o domínio do inimigo. Não fazem positivamente bem, por isto produzem dano incalculável. Por sua influência não ser cheiro de vida para vida, é cheiro de morte para morte. O Senhor diz: "Deixaria Eu de castigar estas coisas?" Jer. 5:9. Por não haverem cumprido o propósito de Deus, os filhos de Israel foram abandonados e o convite divino foi estendido a outros povos. Se estes também se provarem infiéis, não serão da mesma maneira rejeitados?” Parábolas de Jesus, pág. 303-304.

8 – Que trabalho chama o Seu povo a desempenhar? Is 58:6-14.

NOTA:  “O capítulo cinquenta e oito de Isaías encerra verdade presente para o povo de Deus. Vemos aí como a obra médico-missionária e o ministério evangélico devem estar ligados à medida que a mensagem é dada ao mundo. Sobre os que guardam o sábado do Senhor é colocada a responsabilidade de efetuar uma obra de misericórdia e beneficência. A obra médico-missionária tem de estar ligada com a mensagem, e selada com o selo de Deus.” Evangelismo, pág. 516-517.

 

QUARTA-FEIRA - “Está posto um grande abismo”

9 – Como mostrou Cristo que depois da morte não há uma segunda hipótese de salvação? Lc 16:22-26.

NOTA:  “Cristo desejava que Seus ouvintes compreendessem a impossibilidade do homem assegurar-se a salvação da alma depois da morte. Abraão é apresentado como a responder: "Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro, somente males; e, agora, este é consolado, e tu, atormentado. E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá, passar para cá." Luc. 16:25 e 26. Deste modo Cristo mostra a completa falta de esperança em aguardar uma segunda oportunidade. Esta vida é o único tempo dado ao homem para preparar-se para a eternidade.” Parábolas de Jesus, pág. 263.

10 – Como deu Paulo ênfase à importância de responder ao chamado de Deus enquanto ainda temos oportunidade? 2Co 6:1-2.

NOTA:  “Houvesse Deus dado menos, e não haveríamos sido salvos. Porém, Ele fez tão abundante doação ao mundo que se não pudesse dizer que nos poderia haver amado mais. Quão tola então a atitude de que deveria haver um segundo tempo de graça depois de terminado o primeiro! Deus esgotou Sua beneficência... em vazar todo o Céu sobre o homem em um grande dom. Unicamente compreendendo o valor dessa oferta podemos nós compreender o infinito. Oh, a largura e a altura e a profundidade do amor de Deus! Quem, dentre os seres finitos, O poderá abranger?” Nossa Alta Vocação, pág. 10.

 

SEXTA-FEIRA - “Se não ouvem”

11 – Que importante princípio estava a ensinar Cristo nesta parábola? Lc 16:27-31.

NOTA:  “A lei e os profetas são os meios designados por Deus para a salvação dos homens. Cristo disse: Atentem para estas evidências. Se não ouvem a voz de Deus em Sua Palavra, o testemunho de alguém que se levantasse dentre os mortos não seria atendido. Aqueles que ouvem a Moisés e aos profetas não requererão maior luz que a que Deus deu; mas se os homens rejeitam a luz e deixam de apreciar as oportunidades a eles proporcionadas, não escutariam alguém que, dentre os mortos, se lhes acercasse com uma mensagem. Não seriam convencidos nem por esta evidência; porque os que rejeitam a lei e os profetas, endurecem o coração, ao ponto de repelir toda a luz.” Parábolas de Jesus, pág. 265.

 

“Crer em Moisés e nos profetas: Os Judeus pouco influenciam o mundo cristão no sentido de lhes mostrarem a importância dos mandamentos, incluindo a obrigatoriedade do Sábado pois, ao apresentarem os velhos tesouros da verdade, colocam de lado os novos, nos ensinos pessoais de Jesus. Por outro lado, a mais forte razão porque os cristãos falham em influenciar os Judeus no sentido de estes aceitarem os ensinos de Cristo como linguagem da sabedoria divina, é porque, ao apresentarem os tesouros da Sua Palavra, tratam com desprezo as riquezas do Velho Testamento, as quais são os primeiros ensinos do Filho de Deus, através de Moisés. Rejeitam a lei proclamada no Sinai e o Sábado do 4º mandamento, instituído no Jardim do Éden. Mas o ministro do Evangelho, que segue os ensinos de Cristo, adquirirá um cuidadoso conhecimento tanto do Velho como do Novo Testamento, a fim de que possa apresentá-los ao povo sob a sua verdadeira luz, como sendo um todo inseparável – um dependendo e iluminando o outro. Deste modo, tal como Jesus instruiu os Seus discípulos, ele tirará do seu tesouro ‘coisas novas e antigas’ Spirit of Prophecy, vol. 2, pág. 254-255.

12 – Como é que os acontecimentos comprovam a verdade do ensinamento de Cristo nesta parábola? Jo 11:43-44, 47-53.

NOTA:  “"Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite." Luc. 16:31. Essas palavras demonstraram-se verdadeiras na história da nação judaica. O último e mais importante milagre de Cristo foi a ressurreição de Lázaro de Betânia, após estar morto quatro dias. Aos judeus foi concedida esta maravilhosa demonstração da divindade do Salvador, mas rejeitaram-na. Lázaro ressurgiu dentre os mortos e apresentou-lhes seu testemunho, porém eles empederniram o coração contra toda evidência, e até tentavam tirar-lhe a vida. João 12:9-11.” Parábolas de Jesus, pág. 265.

 FELIZ SÁBADO NA PAZ DO SENHOR!

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