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Lição 9

“Mandou-os para a sua vinha”

Versículo a memorizar: “Assim os últimos serão primeiros, e os primeiros serão últimos.” Mt 20:16.

Estudo adicional:  Parábolas de Jesus, pág. 396-404.

Lição das Escrituras:  Mt 20:1-16.

 

SÁBADO do SENHOR - Introdução

 “Num sentido secundário, devemos todos ter respeito para com a recompensa do galardão. Mas conquanto apreciemos a promessa da bênção, devemos ter perfeita confiança em Jesus Cristo, crendo que Ele fará o que é direito e nos dará a recompensa segundo as nossas obras. O dom de Deus é a vida eterna, mas Jesus não quer que estejamos tão ansiosos quanto à recompensa, como quanto a podermos fazer a vontade de Deus porque isto é correcto, sem tomar em consideração todo ganho.” Conselhos Sobre Mordomia, pág. 339.

 

1º DIA da SEMANA -  “Contratar trabalhadores”

1 –  Com o que relaciona o Senhor o trabalho do reino dos céus? Mt 20:1.

NOTA:  “Era costume que os homens que procuravam trabalho esperassem nas praças, e lá iam os empreiteiros procurar servos. O homem da parábola é apresentado como indo a diferentes horas contratar operários. Os assalariados nas primeiras horas concordaram em trabalhar por uma soma combinada; os assalariados mais tarde deixaram o seu salário à discrição do pai de família.” Parábolas de Jesus, pág. 396.

2 –   Qual é o trabalho da vinha? Jo 4:36.

NOTA:  “A vinha inclui o mundo todo e todo ele deve ser trabalhado. Existem locais que são agora um deserto moral e que se devem tornar como um jardim para o Senhor. Os locais estéreis da terra devem ser cultivados, para que possam germinar e florescer como a rosa.” Testimonies, vol. 6, pág. 24.

“Ninguém que ame a Jesus pode continuar a reter o favor divino, se não sentir o fardo dos pecadores à sua volta. Se a frieza e a indiferença atrofiaram os vossos sentidos espirituais e se o vosso interesse por aqueles que perecem nos seus pecados diminuiu, é tempo de vos converterdes. O melhor rumo a tomar é empenhar-vos já na salvação de outros. Ao abençoá-los, sereis abençoados. Não importa quão pesada é a cruz que tereis que suportar para o fazer, o sangue e a agonia do Filho de Deus apela a que continueis a trabalhar, a semear junto de todas as águas. As ricas promessas da Palavra de Deus são para os obreiros bons e fiéis. ‘Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará sem dúvida com alegria, trazendo consigo os seus molhos.’ ‘E o que ceifa, recebe galardão e ajunta fruto para a vida eterna.’” Second Advent Review & Sabbath Herald, 10 Junho 1880.

 

SEGUNDA-FEIRA -  “Um denário por dia”

3 –  Que acordo fez o pai de família no que respeita aos salários? Mt 20:2.

 NOTA:   “Na parábola, os primeiros obreiros concordaram em trabalhar por uma soma estipulada, e receberam a quantia especificada. Nada mais.” Parábolas de Jesus, pág. 397.

“Os servos de Deus não possuem todos os mesmos dons, mas todos eles são Seus obreiros. Cada um deve aprender do grande Mestre, e então comunicar o que aprendeu. Nem todos fazem o mesmo trabalho, mas sob a santificadora influência do Espírito Santo, todos eles são instrumentos de Deus. Ele emprega uma diversidade de dons em Sua obra de conquistar almas do exército de Satanás. "Ora, o que planta e o que rega são um; e cada um receberá o seu galardão, segundo o seu próprio trabalho." I Cor. 3:8. Deus, e não o homem, é o juiz do trabalho das pessoas, e Ele dará a cada um sua justa recompensa. A nenhum ser humano compete julgar entre os diversos servos de Deus. Somente o Senhor é o juiz e galardoador de toda boa obra. "O que planta e o que rega são um", empenhados na mesma obra - a salvação de almas. "Porque de Deus somos cooperadores; lavoura de Deus, edifício de Deus sois vós." I Cor. 3:9.” E Recebereis Poder, pág. 192.

4  Que acordo fez ele com os trabalhadores que contratou mais tarde? Mt 20:3-4.

NOTA:   “Os assalariados mais tarde creram na promessa do mestre: "Dar-vos-ei o que for justo." Mat. 20:4. Mostraram confiança nele, nada perguntando a respeito do salário. Confiaram em sua justiça e equidade. Foram recompensados, não de acordo com o que trabalharam, mas segundo a generosidade do pai de família.” Parábolas de Jesus, pág. 397.

 

TERÇA-FEIRA -  “Ninguém nos contratou”

5 –  Quando questionados pelo pai de família, que resposta lhe deram aqueles que estavam ociosos? Mt 20:6-7, 1.ª parte.

NOTA:   “Esta parábola não desculpa os que ouvem o primeiro chamado para o trabalho, mas negligenciam entrar na vinha do Senhor. Quando o pai de família foi à praça à undécima hora, e encontrou homens desocupados, disse: "Por que estais ociosos todo o dia?" Mat. 20:6. A resposta foi: "Porque ninguém nos assalariou." Mat. 20:7. Nenhum dos chamados mais tarde, estava ali de manhã. Não recusaram a chamada. Os que recusam e depois se arrependem, fazem bem em arrepender-se; mas não é seguro menosprezar o primeiro apelo da graça.” Parábolas de Jesus, pág. 399.

6 –  Como lhes respondeu o pai de família? Mt 20:7, 2.ª parte.

NOTA:   “Os últimos homens assalariados creram na palavra do pai de família: "Recebereis o que for justo." Mat. 20:7. Sabiam que haviam de receber o que merecessem, e foram postos em primeiro lugar, porque puseram fé em seu trabalho. Se aqueles que haviam trabalhado o dia inteiro, houvessem posto no trabalho um espírito amoroso e confiante, haveriam continuado a ser os primeiros. O Senhor Jesus avalia a obra feita segundo o espírito em que é executada. Ele aceitará em hora avançada os pecadores arrependidos que a Ele chegam em fé humilde, e são obedientes a Seus mandamentos. Cristo adverte os que se acham a Seu serviço de que não devem regatear por estipulada quantia, como se seu Mestre não tratasse com eles com justiça. Ele deu essa parábola para que os murmuradores não obtivessem simpatia em razão dos supostos agravos por eles sofridos.” Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 182.

 

QUARTA-FEIRA -  “Paga-lhes o salário”

7 –  No final do dia, como é que o senhor da vinha negociou com os trabalhadores da hora undécima? Mt 20:8-9.

NOTA:    “Os que foram à vinha à undécima hora, estavam gratos pela oportunidade de trabalhar. Seu coração estava cheio de gratidão àquele que os recebera; e quando no fim do dia o pai de família lhes pagou uma jornada completa, ficaram muito surpreendidos. Sabiam que não mereciam tal recompensa. E a bondade expressa no semblante de Seu amo encheu-os de júbilo. Jamais esqueceram a benignidade do patrão nem a generosa recompensa que receberam. Assim é com o pecador que, conhecendo sua indignidade, entrou na vinha do Mestre à undécima hora. Seu tempo de serviço parece tão curto, sente que não merece recompensa; porém, enche-se de alegria porque, sobretudo, Deus o aceitou. Labuta com espírito humilde e confiante, grato pelo privilégio de ser um coobreiro de Cristo. Deus Se deleita em honrar este espírito.” Parábolas de Jesus, pág. 397-398.

8 – Que queixas apresentaram os primeiros trabalhadores? Mt 20:10-12.

NOTA:     “Quando os trabalhadores da vinha receberam "um dinheiro cada um" (Mat. 20:9), os que haviam começado a trabalhar mais cedo, ficaram ofendidos. Não haviam labutado eles doze horas? arrazoaram entre si, e não era justo que recebessem mais do que os que trabalharam apenas uma hora na parte mais amena do dia? "Estes derradeiros trabalharam só uma hora", disseram, "e tu os igualaste connosco, que suportamos a fadiga e a calma do dia." Mat. 20:12. "Amigo", retrucou o pai de família a um deles; "não te faço injustiça; não ajustaste tu comigo um dinheiro? Toma o que é teu e retira-te; eu quero dar a este derradeiro tanto como a ti. Ou não me é lícito fazer o que quiser do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom?" Mat. 20:13-15. "Assim, os derradeiros serão primeiros, e os primeiros, derradeiros, porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos." Mat. 20:16. Os primeiros trabalhadores da parábola representam os que, por causa de seus serviços reclamam preferência sobre os demais. Empreendem sua obra com o espírito de engrandecimento, e não empregam nela abnegação e sacrifício. Podem haver professado servir a Deus toda a sua vida; podem destacar-se em suportar dificuldades, privação e provas, e por isso pensam ter direito a grande remuneração. Pensam mais na recompensa que no privilégio de serem servos de Cristo. A seu parecer, suas labutas e sacrifícios conferem-lhes o direito de receber mais honras que os outros, e por não ser reconhecido esse direito, ficam ofendidos. Se tivessem trabalhado com espírito amável e confiante, continuariam a ser os primeiros; mas sua disposição queixosa e lamuriante é dessemelhante da de Cristo, e demonstra que são indignos de confiança. Revela seu desejo de exaltação própria, desconfiança de Deus, e espírito ambicioso e de inveja para com os irmãos. A bondade e a liberalidade do Senhor lhes é motivo de murmuração. Assim demonstram não ter afinidade com Deus. Não conhecem a alegria da cooperação com o Obreiro por excelência.” Parábolas de Jesus, pág. 399-400.

 

QUINTA-FEIRA -  “Não te faço injustiça”

9 –  Que resposta foi dada pelo pai de família? Mt 20:13.

NOTA:    “Assim deseja Deus que confiemos nEle, que justifica o ímpio. Seu galardão é dado, não proporcionalmente ao nosso mérito, mas conforme Seu propósito, "que fez em Cristo Jesus, nosso Senhor". Efés. 3:11. "Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas, segundo a Sua misericórdia, nos salvou." Tito 3:5. E aos que nEle confiam fará "muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos". Efés. 3:20.” Parábolas de Jesus, pág. 399.

10 –  Que repreensão foi dada pelo pai de família? Mt 20:16.

NOTA:   “Não é tanto pelo que fazemos nem pelo nosso zelo que somos recompensados, mas pela delicadeza, pela bondade e pelo amor que misturámos na nossa obra em favor dos mais fracos, dos oprimidos e dos aflitos. Aqueles que se dão conta das necessidades dos outros e, mesmo assim, passam de largo, demasiado ocupados para ministrarem aos que foram comprados com o sangue de Cristo, que se mostram ansiosos por realizarem grandes coisas, mas que se esquecem das pequenas, ver-se-ão considerados como sendo os últimos e os mais pequenos quando, no julgamento, a decisão for tomada. A salvação vem somente pela graça. O amor e a humildade são traços de carácter que concedem a quem os possui o primeiro lugar no reino de Deus. Os actos que expressam este amor e humildade trazem à memória as palavras de Cristo: ‘Em verdade vos digo que, quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a Mim o fizestes.’” Bible Echo, 10 Julho 1899.

 

SEXTA-FEIRA -  “Os primeiros serão últimos”

11 –  Que lição geral apresentou Cristo com esta parábola? Mt 20:16.

NOTA:   “Os judeus foram os primeiros a serem chamados para a vinha do Senhor; e por isso eram altivos e cheios de justiça própria. Cuidavam que seus longos anos de trabalho os titulavam para receber galardão maior do que os outros. Nada lhes foi mais exasperante do que uma insinuação de que os gentios deveriam ser admitidos aos mesmos privilégios que eles nas coisas de Deus. Cristo advertiu os discípulos que primeiro foram chamados a segui-Lo, a que não acariciassem o mesmo mal. Viu que o espírito de justiça própria seria a causa da debilidade e maldição da igreja. Os homens pensariam que poderiam fazer alguma coisa para obter lugar no reino dos Céus. Imaginariam que quando tivessem feito certos progressos o Senhor viria para auxiliá-los. Assim haveria abundância do próprio eu e pouco de Jesus. Muitos que houvessem progredido um pouco se jactariam e considerariam superiores a outros. Seriam ávidos de lisonjas, invejosos se não fossem tidos por mais importantes. Cristo procurou proteger Seus discípulos contra este perigo. Não é cabível o vangloriar-nos de algum mérito. "Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas. Mas o que se gloriar glorie-se nisto: em Me conhecer e saber que Eu sou o Senhor, que faço beneficência, juízo e justiça na Terra; porque destas coisas Me agrado, diz o Senhor." Jer. 9:23 e 24.” Parábolas de Jesus, pág. 400-401.

12 –  Como expressou também Jesus este princípio do Seu reino? Lc 14:11.

NOTA:   “E por mais breve que seja o nosso serviço, ou mais humilde nossa obra, se seguirmos a Cristo com fé singela, não seremos desapontados pelo galardão. Aquilo que o maior e mais sábio não pode alcançar, o mais débil e mais humilde receberá. Os portões áureos do Céu não se abrem para os que se exaltam. Não são erguidos para os de espírito altivo. Os portais eternos abrir-se-ão ao tremulo contacto de uma criancinha. Abençoado será o galardão da graça para os que trabalharam para Deus com simplicidade de fé e amor.” Parábolas de Jesus, pág. 404.

 

 FELIZ SÁBADO NA PAZ DO SENHOR!

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