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Lição 11

 

Orai sem cessar

Versículo a memorizar: “De tarde, de manhã e ao meio-dia me queixarei e me lamentarei; e ele ouvirá a minha voz.” Sl 55:17.

Estudo adicional:  Parábolas de Jesus, pág. 164-180.

Lição das Escrituras:  Lc 18:1-8.

SÁBADO do SENHOR - Introdução: “As lições de Cristo referentes à oração devem ser ponderadas cuidadosamente. Há uma ciência divina na oração, e Sua ilustração apresenta-nos princípios que todos necessitam compreender. Mostra qual é o verdadeiro espírito da oração, ensina a necessidade de perseverança ao expormos nossas súplicas a Deus, e nos assegura Sua boa vontade de ouvir as orações e a elas atender.” Parábolas de Jesus, pág. 142.

 

1º DIA da SEMANA - Quanto mais

1 –  Qual foi o propósito de Cristo dando-nos esta parábola? Lc 18:1. (Compare Lc 11:5-8)

NOTA:  “Na parábola, o suplicante foi repelido várias vezes; porém não desistiu de sua intenção. Assim, nossas orações nem sempre parece serem atendidas imediatamente; mas Cristo ensina que não devemos cessar de orar. A oração não se destina a efectuar qualquer mudança em Deus, deve elevar-nos à harmonia com Ele. Ao Lhe fazermos alguma petição, pode ver que nos é necessário examinar o coração e arrepender-nos do pecado. Por isso nos faz passar por dificuldades, provações e humilhações, para que vejamos o que impede em nós a operação do Espírito Santo.” Parábolas de Jesus, pág. 143.

2 –  Como explicou Cristo a boa vontade de nosso Pai celestial em responder às nossas orações? Lc 11:9-13.

NOTA: “Deus nos considera filhos Seus. Redimiu-nos do mundo indiferente, e nos escolheu para tornar-nos membros da família real, filhos e filhas do celeste Rei. Convida-nos a nEle confiar, com confiança mais profunda e mais forte que a do filho no pai terrestre. Os pais amam os filhos, mas o amor de Deus é maior, mais largo e mais profundo do que jamais pode sê-lo o amor humano. É incomensurável. Portanto, se os pais terrestres sabem dar boas dádivas a seus filhos, quanto mais não dará nosso Pai do Céu o Espírito Santo àqueles que Lho pedirem?” Parábolas de Jesus, pág. 142.

SEGUNDA-FEIRA - Um juiz que não temia a Deus

3 –  Como descreve Jesus o juiz na parábola? Lc 18:2.

NOTA: “Cristo traça aqui um vivo contraste entre o juiz injusto e Deus. O juiz cedeu ao pedido da viúva só por egoísmo e para esquivar-se à contínua importunação. Não sentia por ela compaixão nem piedade; sua indigência lhe era indiferente. Que diversa é a atitude de Deus para com os que O procuram! Os apelos dos necessitados e aflitos são atendidos com infinita misericórdia.” Parábolas de Jesus, pág. 165.

4  Como é descrito o nosso Juiz nas Escrituras? Gn 18:25; 1Rs 8:32; 2Tm 4:8.

NOTA: “E Deus "deu-Lhe poder de exercer o juízo, porque é o Filho do homem". Como Ele tenha provado as próprias fezes do cálice da aflição e tentação humanas, e compreenda as fragilidades e pecados dos homens; como tenha, em nosso favor, resistido vitoriosamente às tentações de Satanás, e lidará justa e ternamente com as almas para cuja salvação derramou o próprio sangue - o Filho do homem é indicado para exercer o juízo.” O Desejado de Todas as Nações, pág. 210.

TERÇA-FEIRA - Faz-me justiça contra o meu adversário

5 –  Que pedido fazia a viúva ao juiz? Lc 18:3.

NOTA: “A petição da viúva: "Faze-me justiça contra o meu adversário" (Luc. 18:3), representa a oração dos filhos de Deus. Satanás é o grande adversário. É "o acusador de nossos irmãos", que os acusa de dia e de noite perante Deus. Apoc. 12:10. Instantemente trabalha para mal representar e acusar, para enganar e destruir o povo de Deus. Nesta parábola, Cristo ensina os discípulos a pedirem salvação do poder de Satanás e de seus instrumentos.” Parábolas de Jesus, pág. 166.

6 – Como é esta oração do povo sofredor de Deus recordada nas Escrituras? Ap 6:9-10. (Compare Gn 4:10)

NOTA: “Todo pecado que não trouxe arrependimento nem confissão, permanecerá nos livros de registro. Não será apagado, não precederá o juízo, para ser cancelado pelo expiatório sangue de Jesus. Os pecados acumulados, de todo indivíduo, serão escritos com toda a exactidão, e a penetrante luz da lei de Deus provará todo segredo das trevas. Em proporção à luz, às oportunidades e ao conhecimento das reivindicações de Deus sobre eles, será a condenação dos que rejeitaram a misericórdia divina.

O dia do ajuste final está justamente diante de nós.” Para Conhecê-Lo, pág. 360.

QUARTA-FEIRA - Hei de fazer-lhe justiça"

7 – Qual foi a resposta do juiz iníquo ao contínuo suplico da viúva? Lc 18:4-5.

NOTA:  “O juiz que nos é descrito, não tinha respeito ao direito, nem piedade pelos sofredores. A viúva que lhe apresentou sua causa com insistência, foi repelida pertinazmente. Repetidas vezes a ele apelara, porém, só para ser tratada com desprezo e expulsa do tribunal. O juiz sabia que a causa era justa, e poderia havê-la auxiliado imediatamente, mas não o quis. Desejava mostrar seu poder arbitrário, e comprazia-se em deixá-la suplicar e pedir em vão. Todavia ela não quis deixar-se desanimar. Apesar da indiferença e dureza de coração dele, tanto insistiu em sua petição, que o juiz enfim consentiu em atender sua causa. "Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens", disse, "todavia, como esta viúva me molesta, hei de fazer-lhe justiça, para que enfim não volte e me importune muito." Luc. 18:4 e 5. Para preservar sua reputação e evitar tornar pública sua sentença arbitrária e parcial, fez justiça à perseverante mulher.” Parábolas de Jesus, pág. 164.

8 –  Como contrastou Jesus o comportamento do juiz iníquo com o do nosso Pai celestial? Lc 18:6-8.

NOTA:   “Cristo traça aqui um vivo contraste entre o juiz injusto e Deus. O juiz cedeu ao pedido da viúva só por egoísmo e para esquivar-se à contínua importunação. Não sentia por ela compaixão nem piedade; sua indigência lhe era indiferente. Que diversa é a atitude de Deus para com os que O procuram! Os apelos dos necessitados e aflitos são atendidos com infinita misericórdia. A mulher que rogava ao juiz justiça, perdera o marido; pobre e sem amigos, não tinha meios para readquirir suas propriedades arruinadas. Assim, pelo pecado, o homem perdeu sua ligação com Deus. Em si mesmo não tem meios de salvação; entretanto, por Cristo, somos aproximados do Pai. Os eleitos de Deus são caros a Seu coração; são aqueles que chamou das trevas para a maravilhosa luz, para anunciar Seu louvor, e para brilhar como luzes em meio das trevas do mundo. O injusto juiz não tinha interesse particular na viúva que o importunava pelo veredicto; porém, para subtrair-se a suas súplicas comoventes, ouviu a petição, e fez-lhe justiça contra o adversário. Deus, porém, ama Seus filhos com infinito amor. O mais caro objecto na Terra Lhe é a Sua igreja.” Parábolas de Jesus, pág. 165-166.

QUINTA-FEIRA - Crendo, recebereis

9 –  Quando apresentamos os nossos pedidos ao trono da graça, como nos devemos chegar perante Deus? Hb 4:15-16.

NOTA: O trono da graça exerce os maiores atractivos, pois está ocupado por Aquele que consente em ser por nós chamado Pai. Mas Deus não considerou completo o princípio da salvação, enquanto era representado somente pelo Seu amor. Por isso determinou colocar junto ao Seu altar um Mediador que personificasse nossa natureza. Como nosso Intercessor, Seu ministério consiste em apresentar-nos perante Deus como filhos e filhas. Cristo intercede em favor dos que O recebem e, por virtude de Seus próprios méritos, lhes concede constituírem-se membros da família real, filhos do celeste Rei. Por seu turno, o Pai demonstra para com Cristo, que pagou com sangue o preço de nosso libertamento, o Seu infinito amor, aceitando como Seus os amigos dele. Está satisfeito com a expiação que Cristo efectuou, e é glorificado na vida, morte e mediação de Seu Filho. Em se chegando ao trono da graça, o filho de Deus se constitui cliente do grande Advogado. À primeira manifestação de arrependimento e do desejo de perdão, Cristo defende a causa deste e fá-la Sua, intercedendo por ele perante o Pai como se o fizera por Si próprio. Enquanto Cristo intercede por nós, o Pai nos oferece os tesouros de Sua graça para que os possuamos, regozijando-nos neles e repartindo-os com outros. "Naquele dia pedireis em Meu nome", disse Jesus, "e não vos digo que Eu rogarei por vós ao Pai; pois o mesmo Pai vos ama; visto como vós Me amastes." João 16:26 e 27. Devemos pedir em nome de Cristo. Isto tornará eficaz nossa oração, e o Pai nos distribuirá as riquezas da Sua misericórdia; por isso "pedi, e recebereis, para que o vosso gozo se cumpra". João 16:24.” Maravilhosa Graça, pág. 66.

10 –  Com que atitude devem as nossas orações ser apresentadas? Mt 21:22.

NOTA: “Outro elemento da oração perseverante é a fé. "É necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que é galardoador dos que O buscam." Heb. 11:6. Jesus disse a Seus discípulos: "Tudo o que pedirdes, orando, crede que o recebereis e tê-lo-eis." Mar. 11:24. Cremos em Sua palavra? A certeza que Ele nos dá é ampla, ilimitada; e fiel é Aquele que prometeu. Se não recebemos exactamente as coisas que pedimos e ao tempo desejado, devemos não obstante crer que o Senhor nos ouve, e que atenderá às nossas orações. Somos tão falíveis e curtos de vistas que às vezes pedimos coisas que não nos seriam uma bênção, e nosso Pai celestial amorosamente nos atende às orações dando-nos aquilo que é para o nosso maior bem - aquilo que nós mesmos desejaríamos se com vistas divinamente iluminada, pudéssemos ver todas as coisas tais como elas são na realidade. Quando nossas orações ficam aparentemente indeferidas, devemos apegar-nos à promessa; pois virá por certo a ocasião de serem atendidas, e receberemos a bênção de que mais carecemos.” Caminho a Cristo, pág. 96

11 – Que aviso nos é dado acerca da a oração e da fé? Tg 1:6-7.

NOTA: “Deus responde por toda promessa e não podemos desonrá-Lo mais do que duvidando e vacilando, pedindo e não crendo, e dando então expressão à dúvida. Se não recebeis imediatamente o que pedis, haveis de prosseguir em obstinação e descrença? Crede; crede que Deus fará exactamente o que Ele prometeu. Continuai elevando as vossas orações, e vigiai, trabalhai e esperai. Combatei o bom combate da fé. Dizei a vosso coração: "Deus me convidou a ir a Ele. Ouviu minha oração. Empenhou Sua palavra prometendo receber-me, e cumprirá Sua promessa. Posso confiar em Deus; porque de tal maneira me amou que deu o Seu Filho unigénito para morrer por mim. O Filho de Deus é o meu Redentor."” Fundamentos da Educação Cristã, pág. 300.

 SEXTA-FEIRA - Oração e súplica com acções de graças

12 –  Com o que é que as nossas súplicas e orações devem ser oferecidas? Fp 4:6.

NOTA: “Qualquer dom que Ele haja prometido; então devemos crer que recebemos, e agradecer a Deus por havermos recebido. Não precisamos esperar por qualquer evidência exterior da bênção. O dom acha-se na promessa. Podemos empenhar-nos em nosso trabalho certos de que o que Deus prometeu Ele pode realizar, e de que o dom, que nós já possuímos, se efectivará quando dele mais necessitarmos.” Educação, pág. 258.

13  Que exemplo supremo de dar graças em oração foi mostrado por Jesus? Jo 11:41-42.

NOTA:  Note que Cristo deu graças antes de ver a resposta à Sua oração. Ele tinha confiança no Seu Pai.

“Deve-se explicar bem como exercer a fé. Para toda promessa de Deus há condições. Se estamos dispostos a fazer a Sua vontade, toda a Sua força é nossa. Qualquer dom que Ele prometa, está na própria promessa. "A semente é a Palavra de Deus." Luc. 8:11. Tão certo como o carvalho está no seu fruto, o dom de Deus está em Sua promessa. Se recebemos a promessa, temos o dom.” Educação, pág. 253.

 FELIZ SÁBADO NA PAZ DO SENHOR!

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