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Lição 12

Guardai-vos de toda espécie de cobiça

Versículo a memorizar: “E disse ao povo: Acautelai-vos e guardai-vos de toda espécie de cobiça; porque a vida do homem não consiste na abundância das coisas que possui.” Lc 12:15

Estudo adicional:  Parábolas de Jesus, pág. 252-259

Lição das Escrituras: Lc 12:13-21.

SÁBADO do SENHOR - Introdução

“Viver para si mesmo é perecer. A avareza, o desejo de beneficiar a si próprio, compromete a vida. É de Satanás o espírito de ganhar e atrair para si. De Cristo é o espírito de dar e sacrificar-se em benefício dos outros.” Parábolas de Jesus, pág. 259.

 

1º DIA da SEMANA - Dize a meu irmão

1 – Que incidente provocou esta parábola? Lc 12:13.

NOTA: “No meio da solene instrução que Cristo dera, este homem revelou sua disposição egoísta. Podia apreciar aquela habilidade do Senhor que serviria à promoção de seus negócios temporais; porém, as verdades espirituais não lhe impressionavam a mente nem o coração. A obtenção da herança era o tema que o enlevava. Jesus, o Rei da glória, que era rico mas por nossa causa Se tornou pobre, lhe estava abrindo os tesouros do amor divino. O Espírito Santo com ele pleiteava para que se tornasse herdeiro do tesouro "incorruptível, incontaminável e que se não pode murchar". I Ped. 1:4. Vira as evidências do amor de Cristo. Agora tinha a oportunidade de falar ao grande Mestre e de exprimir o mais íntimo desejo do coração. Como o homem com o ancinho na alegoria de Bunyan, seus olhos estavam fixos na Terra. Não viu a coroa sobre sua cabeça. Como Simão Mago, estimava a dádiva de Deus como meio de alcançar lucros materiais.” Parábolas de Jesus, pág. 253.

2 –  Como respondeu o senhor a este pedido? Lc 12:14.

NOTA: “Contudo, a cobiça humana tentava desviá-Lo de Sua obra para resolver a contenda sobre um pedaço de terra. Mas Jesus não podia ser distraído de Sua missão. Retrucou: "Homem, quem Me pôs a Mim por juiz ou repartidor entre vós?" Luc. 12:14. Jesus podia ter dito a esse homem justamente o que era correcto. Sabia quem neste caso tinha razão; porém os irmãos estavam em desavença porque eram avarentos. Cristo disse, com efeito: Não Me compete a Mim a tarefa de decidir controvérsias de tal espécie. Viera com outro propósito, isto é, pregar o evangelho e assim despertar os homens para o senso das realidades eternas.... (Seus discípulos) Não tinham que resolver as questões temporais do povo. Sua obra era persuadir os homens para que se reconciliassem com Deus. Nesta obra consistia seu poder para abençoar a humanidade.” Parábolas de Jesus, pág. 254.

SEGUNDA-FEIRA - A lei é espiritual

3 – Que importante ensinamento recebeu Paulo por considerar os dez mandamentos? Rm 7:7.

NOTA:“Cobiçar não é roubar, não é cometer adultério, mas é o desejo de fazer tais coisas. Foi essa a perspectiva que Paulo recebeu ao meditar sobre este mandamento. Como fariseu, ele tinha-se sentido tão obcecado pelos actos exteriores, que não lhe tinha ocorrido que a lei de Deus se relaciona também com os pensamentos, as intenções, os motivos e os desejos. Paulo diz que ‘relativamente à lei’, no que diz respeito aos actos exteriores, ele estava ‘sem culpa’. Todavia, quando discerniu o carácter espiritual da lei, quando olhou para o espelho sagrado, viu-se a si mesmo como um pecador. Julgado pelos padrões humanos, ele abstivera-se de pecar. No entanto, quando ponderou sobre a profundidade da Lei de Deus e se viu a si mesmo tal como Deus o via, ele curvou-se em humildade e confessou a sua culpa.” Second Advent Review & Sabbath Herald, 22 Julho 1890.

4 Que réplica provocou este ensinamento em Paulo? Rm 7:18. (Veja também versos 24-25)

NOTA: “O pecado apareceu, então, em toda a sua hediondez e o seu amor próprio desapareceu. Ele tornou-se humilde. Não mais atribuiu a si mesmo qualquer mérito ou bondade. Deixou de se ter a si mesmo em tão alta consideração, atribuindo toda a glória a Deus. Não mais ambicionava por grandezas. Deixou de desejar vingar-se e não mais se mostrou sensível às reprovações, à negligência e ao desprezo. Não mais procurou alianças, posições e honras terrenas. Não calcou a outros, a fim de se elevar a si mesmo. Tornou-se amável, condescendente, manso e humilde de coração, pois aprendera a sua lição na escola de Cristo. Falou de Jesus e do seu amor sem par, crescendo cada vez mais à Sua imagem.” Second Advent Review & Sabbath Herald, 22 Julho 1890.

TERÇA-FEIRA - Piedade com o contentamento

5 – Que importante verdade comunicou então Cristo? Lc 12:15.

NOTA: “Proíbe-se-nos tão directamente condescender com a cobiça como a Acã foi proibido apropriar-se dos despojos de Jericó. Deus declarou ser isto idolatria. Somos advertidos: "Não podeis servir a Deus e a Mamom." Mat. 6:24. "Acautelai-vos e guardai-vos da avareza." Luc. 12:15. "Nem ainda se nomeie entre vós." Efés. 5:3; Col. 3:5. Temos diante de nós a sorte terrível de Acã, de Judas, de Ananias e Safira. Antes de todos estes, temos a de Lúcifer, aquele "filho da alva", que, cobiçando mais elevada condição, perdeu para sempre o brilho e ventura do Céu. E, contudo, apesar de todas estas advertências, impera por toda a parte a cobiça. Por toda parte se vê o seu rastro viscoso. Cria o descontentamento e a dissensão nas famílias; provoca a inveja e ódio dos pobres contra os ricos; inspira a opressão cruel do rico ao pobre. E este mal não existe somente no mundo, mas na igreja também. Quão comum é achar mesmo ali o egoísmo, a avareza, a ganância, a negligência da caridade, e o roubo a Deus "nos dízimos e ofertas"!” Patriarcas e Profetas, pág. 496-497.

6 – Que conselho deu Paulo a Timóteo? 1Tm 6:6-7. (Compare Hb 13:5)

NOTA: “Alguns há que se negam a si mesmos o conforto e bênçãos da vida, a fim de aumentarem um pouco mais as suas provisões terrenas. Mas não é para isso que Deus dá dinheiro aos homens. Ele ‘abundantemente nos dá todas as coisas para delas gozarmos.’ Cristo ordena-nos: ‘Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem e onde os ladrões não minam nem roubam.’ Existem interesses mais elevados e santos onde poderemos colocar o nosso dinheiro e o dinheiro neles investido concederá, a quem o dá, um gozo mais elevado e permanente do que se esse dinheiro fosse gasto em gratificações pessoais ou egoisticamente escondido pela ganância do lucro. Quando Deus nos pede o nosso tesouro, qualquer que seja a quantia, a resposta pronta torna aquele dom numa oferta consagrada que se Lhe faz, acumulando o doador um tesouro no céu, onde a traça não corrompe, onde o fogo não consome, onde os ladrões não minam nem roubam. O investimento é seguro. O tesouro é colocado em sacos sem buracos. Está seguro.” – Second Advent Review & Sabbath Herald, 19 Dezembro 1899.

QUARTA-FEIRA - Que farei?

7 – Que história então contou Jesus? Lc 12:16. (Compare Dt 8:13-18)

NOTA: “Pela parábola do rico insensato mostrou Cristo a loucura dos que fazem do mundo seu tudo. Este homem recebera tudo de Deus. Ao Sol fora permitido brilhar sobre sua propriedade; pois seus raios caem sobre justos e injustos. A chuva desce do céu do mesmo modo sobre maus e bons. O Senhor fizera que a vegetação florescesse e os campos produzissem abundantemente.” Parábolas de Jesus, pág. 256.

8 – Que problema trouxe ao homem a sua riqueza? Lc 12:17.

NOTA: “O rico estava em perplexidade sobre o que devia fazer com a colheita. Seus celeiros estavam superabarrotados, e não tinha lugar para o excedente. Não pensou em Deus, de quem vieram todas as dádivas. Não reconheceu que Deus o fizera mordomo de Seus bens, para que socorresse os necessitados. Tinha a abençoada oportunidade de se tornar distribuidor das bênçãos de Deus, porém unicamente pensou em administrar ao próprio conforto.” Parábolas de Jesus, pág. 256.

QUINTA-FEIRA - Come, bebe, regala-te

9 – Que decisão tomou o homem rico para resolver o seu problema? Lc 12:18.

NOTA: “A situação do pobre, do órfão, da viúva, do enfermo, do aflito, foi trazida à atenção desse rico. Havia muitos lares nos quais distribuir seus bens. Podia ele facilmente privar-se de uma porção de sua abundância e muitas famílias poderiam ser libertas das privações, muito faminto poderia ser saciado, vestido muito nu, muito coração alegrado, respondida muita súplica por pão e roupa, e uma melodia de louvor teria ascendido ao Céu. O Senhor ouvira a oração do necessitado, e em Sua bondade tomara providência para o pobre. Sal. 68:10. Havia na bênção outorgada ao rico abundante provisão para a indigência de muitos. Cerrou ele, porém, o coração ao clamor do indigente.” Parábolas de Jesus, pág. 256.

10 – Como perspectivou o homem rico o seu futuro? Lc 12:19.

NOTA: “A aspiração desse homem não era mais elevada que a das bestas que perecem. Vivia como se não houvesse Deus, nem Céu, nem vida futura; como se tudo que possuía lhe pertencesse, e nada devesse a Deus nem aos homens. Descreve o salmista esse rico, ao dizer: "Disseram os néscios no seu coração: Não há Deus." Sal. 14:1. Esse homem vivera e planejara para o eu. Vê que há bastante provisão para o futuro; nada mais lhe resta agora senão entesourar e desfrutar o fruto de seu trabalho. Considera-se favorecido sobre os outros homens, e confere a si mesmo a honra de ter administrado sabiamente. É honrado pelos concidadãos como homem de bom discernimento e próspero. Porque "os homens" te louvam, "quando faz bem a si mesmo". Sal. 49:18.” Parábolas de Jesus, pág. 257-258.

SEXTA-FEIRA - Te pedirão a tua alma

11 – Mas o que é que o homem rico não sabia? Lc 12:20.

NOTA: “Enquanto o rico está prevendo anos de prazeres, o Senhor faz planos muito diferentes. Veio a este mordomo infiel a mensagem: "Louco, esta noite te pedirão a tua alma." Eis uma exigência que o dinheiro não pode satisfazer. O tesouro por ele acumulado não pode alcançar revogação. Num momento torna-se sem valor aquilo para cujo ganho trabalhara a vida toda. "E o que tens preparado para quem será?" Luc. 12:20. Seus largos campos e celeiros abarrotados escapam a seu controle. "Amontoam riquezas e não sabem quem as levará." Sal. 39:6.” Parábolas de Jesus, pág. 258.

12 – Que importante lição representou o Senhor com esta história? Lc 12:21.

NOTA: “A única coisa que lhe seria de valor agora, não a adquiriu. Vivendo para o próprio eu, rejeitou o amor divino, que fluiria em misericórdia para com seus concidadãos. Assim obrando, rejeitou a vida; porque Deus é amor, e amor é vida. Este homem escolheu o material em vez do espiritual, e com o material tem que sucumbir. "O homem que está em honra, e não tem entendimento, é semelhante aos animais, que perecem." Sal. 49:20. "Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus." Luc. 12:21. A ilustração é aplicável a todos os tempos. Podeis planejar meramente para a própria satisfação egoísta, acumular tesouros, construir mansões grandes e altas como os arquitectos da antiga Babilónia; porém, não podeis arquitectar um muro tão alto e um portal tão forte que exclua os mensageiros da vingança.” Parábolas de Jesus, pág. 258-259.

 FELIZ SÁBADO NA PAZ DO SENHOR!

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